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Lembrar das senhas para os diversos lugares que preciso ir é um problema. Mas será um problema de memória ou um problema moderno? Single Sign On ou Facebook Connect seriam parte dessa solução?

Novos problemas decorrentes de novas soluções, essa é a tônica da economia digital do século 21.

Até bem pouco tempo atrás não se poderia pensar em sair na rua sem dinheiro, se você nasceu em 1978 (eu) ou antes lembrará que seus pais e amigos até passavam cheques, mas sempre andavam com dinheiro, porque via de regra os cheques não atendiam muito bem compras de pequeno valor por terem um custo relativamente alto de emissão, que apesar de por vezes estar embutido em uma tarifa de conta corrente (altíssima), sempre foi paga por “alguem” (leia-se: correntista). Os cheque também não estiveram sempre a disposição, acredito que sua chegada ao mercado em geral se de em algum período entre 1930 e 1950 (falta aprimorar levantamento sobre cheques), portanto negócio era em dinheiro.

Talvez por isso os valores não eram tão elevados quanto hoje em dia, e certamente por isso as transações não aconteciam com tanta freqüência, em ritmo tão frenético, em escala global então, nem se fala. É justamente o aspecto tecnológico das transações, do estilo de vida em geral, que caracteriza a economia digital do século 21. Seu crescimento é certo, a questão seria mais se vamos (ainda os nascidos até 1978) chegar a viver o ponto em que a economia digital será maior que a economia convencional, real, física e material, que existia até 1950 (preciso aprofundar o estudo em torno de linhas de pensamento moderno para entender em que momento digital passou a ser possivelmente mencionada).

Assim que as mudanças, migrações e transferências de capital, clientes e indústrias, para o que será a economia do século 21 se “concluir” (por volta de metade do século, talvez menos), as maneiras de se fazer negócios no mundo terão mudado de tal maneira que o que fazemos hoje poderá, em muitos casos, não mais fazer sentido. A grade curricular dos cursos existentes hoje formam homens e mulheres para atividades que não existirão mais em 10 anos, e o trabalho em 10 anos será 50% por cento composto de posições que não ainda não existem no mercado (Arquiteto de sotware e correlatos, aprofundar exemplos).

Some em quantidade as senhas de: banco, email pessoal, email de trabalho, email de spam (com senha fraca), login na rede do trabalho, login no(s) sistema(s) do trabalho, cartão de crédito e débito, cartão de crédito reserva (you never know), temos 8 senhas diferentes (complete essa lista comentando, se tiver boas sugestões), que se forem todas iguais são por si só uma falha de segurança, mas que se mudarem um pouquinho dão uma combinação de aproximadamente… 56 caracteres (8*6, considerando senhas fracas, de menos de 8 caracteres e sem caracteres especiais, maiúsculas e letras).
(preciso analisar algumas combinações matemáticas)

Olhando assim, até parece pouco, mas o tempo passa, na verdade o tempo voa, e novas empresas, sistemas, web sites, redes sociais, blogs, gadgets e afins aparecem em sua vida, e no máximo de 3 em 3 anos vc troca do que gosta, vc evolui, de maneira que novas senhas vão povoando sua escaça memória, trazendo um novo complicador, um complicador do século 21, que seria: qual a minha senha?

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